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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Seminário | À luz dos minerais: o Fascinante Mundo da Microscopia Petrográfica




CV resumido

Nuno Leal terminou, em 1984, a Licenciatura em Geologia (Ramo Científico) na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. No ano seguinte, iniciou funções de docência no Departamento de Geologia (onde se licenciou), tendo leccionado diversas disciplinas no âmbito da Petrologia e Geoquímica, entre as quais se destacam as relacionadas com a Microscopia Petrográfica.

Ao longo de mais de 20 anos, dedicou-se ao estudo de rochas magmáticas e de rochas metamórficas, recorrendo sempre à análise microscópica como fonte principal, insubstituível, da caracterização mineralógica e textural dos materiais em causa.

Em 2008, iniciou funções como Investigador Auxiliar no Departamento de Ciências da Terra (DCT-FCT/UNL), tendo trabalhado em estreita colaboração com o Departamento de Conservação e Restauro, desenvolvendo estudos relacionados com esta temática, nomeadamente no campo dos materiais pétreos, actividade esta que mantém ainda hoje.

Simultaneamente, desempenhou funções de docência no DCT, entre as quais se destacam as relacionadas com a Petrografia. Atualmente, é Professor Auxiliar Convidado nesta Faculdade, leccionando unidades curriculares relacionadas com a Geologia Geral, a Geoquímica e a Petrologia.


RESUMO
A Luz dos Minerais: o Fascinante Mundo da Microscopia Petrográfica

Desde cedo, pelos mais variados motivos, o Homem começou a interessar-se pelas rochas. Primeiro, como forma de conseguir um abrigo, depois, como material para construir diversos utensílios. Mais tarde, começou a estudar a constituição das rochas, nomeadamente no que se refere à sua mineralogia e textura, ou seja, à forma como os seus cristais se organizam no seu interior.

Este estudo conduziu a um aprofundar do conhecimento acerca das diferentes rochas e permitiu ao Homem a extração de diversos materiais, entre os quais se contam os minerais e os elementos químicos que os constituem.

Começou com uma análise macroscópica simples, baseada em características físicas, tais como a densidade e a dureza, mas também, e entre outras, a forma cristalina, a cor e o brilho, estas dependendo da existência de Luz.

Com o advento e desenvolvimento da microscopia, as análises de rochas ganharam uma nova dimensão, permitindo uma caracterização mais completa e rigorosa, envolvendo meios técnicos (sobretudo ópticos) simples mas muitíssimo poderosos como meios de análise.

Mas, para além da quantidade e qualidade de dados que este tipo de análise nos permite, existe um fascinante mundo de formas e de cores à nossa espera quando observamos as rochas ao Microscópio Petrográfico.




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