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sábado, 7 de novembro de 2015

Colóquio | Luz e Tudo, Luz é Tudo



A UNESCO proclamou 2015 como o Ano Internacional da Luz (AIL), no sentido de celebrar, de modo alargado, os temas relacionados e baseadas na luz. A abrangência será grande: Arte, Cultura, Ciência, Educação, Tecnologia, Natureza, Energia, Agricultura, Saúde e Sustentabilidade. Reconhece-se, hoje, de forma bastante mediática que a luz (e sua utilização) revolucionou a medicina, abriu a comunicação internacional através da Internet e continua a ser essencial na ligação entre (e para) aspetos culturais, económicos e políticos da sociedade global.

Deste modo, na FCT-UNL, alguns setores departamentais (Departamento de Conservação e Restauro, Departamento de Engenharia e Ciências do Ambiente, Departamento de Engenharia Electrotécnica, Departamento de Física, Departamento de Química, Departamento de Matemática e Departamento de Ciências da Terra), a Bibloteca da FCT no Campus de Caparica tem vindo a realizar uma série de atividades que cobrem uma vasta gama de propostas.
(http://bibliotecaunl.blogspot.pt)
Em particular, vários seminários com continuidade até ao fim do ano, debateram a Luz como um elemento transversal e horizontal entre ciências, artes, tecnologias, economia e mesmo filosofia e teologia.

A proposta de um Colóquio, que ocorre quase no final das comemorações, terá um carácter unificador e vem demontrar como este tema pode ser abordado de modos tão diferentes e ao mesmo tempo complementares.


António Pires de Matos, licenciou-se no Instituto Superior Técnico em Engenharia Química em 1962 e trabalhou no Instituto Tecnológico e Nuclear desde 1963, tendo-se especializado em química de lantanídeos e actinídeos. Obteve o doutoramento na Universidade de Cambridge em 1970.
Como professor catedrático convidado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa desde 2002, leccionou durante 6 anos, no Departamento de Conservação e Restauro, a cadeira de Métodos Instrumentais de Análise.
Foi co-fundador em 2002 da Unidade de Investigação “Vidro e Cerâmica para as Artes”, VICARTE, tendo promovido posteriormente o mestrado em Arte e Ciência do Vidro. Iniciou ainda no ITN estudos de proveniência de vidro portugueses.
Nos últimos anos a sua principal actividade tem sido o desenvolvimento de novos materiais vítreos para arte contemporânea.
Em 2009 foi eleito Fellow da Society of Glass Technology, UK, fazendo actualmente parte do Board of Fellows.



Fernanda Rollo é historiadora. Doutorada e agregada em História Contemporânea. Professora associada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Investigadora e vice-presidente do Instituto de História Contemporânea. Tem como áreas de investigação a história de Portugal no século XX, a participação de Portugal nos movimentos de cooperação económica europeia, a história económica, da engenharia e da inovação contemporâneas, história da organização da ciência em Portugal.


Mário Caeiro concebe e produz projectos culturais e de espaço público desde 1995. Comissário de eventos urbanos como Lisboa Capital do Nada [2001], Luzboa Bienal Internacional da Luz [2004 e 2006] e Vicente [anualmente, desde 2011], é desde 2009 o curador e diretor artístico do Festival Bella Skyway, na cidade de Torun, na Polónia. Outros projectos internacionais: Lux Scientia [2011-12], Cosmic Underground [2012], Lux Matrix Tallinn [2015]. O Doutoramento em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência, Espanha, culminou um percurso académico que passou por licenciaturas em Design de Comunicação pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e Estudos Literários Comparados pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; mestrado em Estudos Alemães pela mesma Faculdade e pós-graduação em Design Urbano pelo Faculdade de Belas Artes de Lisboa, Centro Português de Design e Universidade de Barcelona. É docente na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, cidade onde foi membro fundador da Palavrão – Associação Cultural. Publicou em 2014 Arte na Cidade – História Contemporânea, pela Temas e Debates/Círculo de Leitores.



João Tiago Aguiar nasceu em Lisboa - Portugal, em 1973. Formado na FAUTL em 1996, colaborou com van Sambeek & van Veen Architecten, Amesterdão – Holanda, de 1997 a 2000 e com Broadway Malyan Portugal de 2000 a 2004. 
Em 2004 forma em sociedade o atelier acarquitectos. Em 2008, de forma individual, prossegue sob a designação João Tiago Aguiar, arquitectos. O atelier, a funcionar no centro de Lisboa, foca-se essencialmente na disciplina de projecto de arquitectura e conta já com várias obras construídas bem como inúmeros projectos em curso. O seu trabalho tem sido publicado em diferentes revistas, livros e blogues de arquitectura, tanto nacionais como estrangeiros.









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