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Exposição | É de pau, é de pedra





Vítor Ribeiro e Álvaro de la Vega
17 de maio a 15 de setembro
Inauguração: 17 maio | 17h
Sala de Exposições | Biblioteca FCT NOVA

é de pau, é de pedra
Vitor Ribeiro e Álvaro De la Vega

juntem-se dois escultores, um português e um galego, esculpam-se materiais tão nobres e tão diferentes como pedra e madeira, misturem-se técnica e experiência, arrojo e imaginação (e imaginário)… faça-se ouvir ao longe a música da Elis… e obtem-se a receita de uma poção inebriante, que transporta para longe do espaço da Biblioteca...

é todo um mundo recriado, onde os materiais evocam o brincar com o fogo, fogo lento em olhar ardente (e que se sente), são paisagens de troncos e árvores em dias claros, à procura de luz, no jardim ou não, apaixonadas e solitárias, em flor… são cenários para (por) habitar… que podem acolher figuras as quais olhamos, e nos olham, corpos que trepam e pairam, sós ou em grupo, estando dentro vão para fora, e não há barreiras… é o fim do caminho, é a partida… é promessa de vida… e continuamos a ouvir música ao longe…

José Moura (Diretor Biblioteca), maio 2018

Extratos dos CVs

Álvaro de la Vega

Nace en Paradela (Lugo) en 1954
1990 ... comenza a explorar a linguaxe escultórica. Para elo toma como punto de partida a figura, tanto humana como animal, “Somos pel sostida sobre unha estructura. Por eso fixen un esqueleto como punto de partida”. É de novo en Barcelona onde realiza a súa primeira exposición individual de escultura na Galería Tom Maddock en 1991. Estas primeiras obras de madeira caracterízanse polo uso da pintura como medio para potenciar o valor expresivo.
Durante a década dos 90, a súa linguaxe escultórica consolídase aparecendo outro tipo de materiais como o ferro, a cerámica ou a pedra, materiais vinculados á natureza ou as profesións tradicionais. “O ferro é un material humilde, cotiá;  no ferro  fúndense o colectivo e o fugaz, o individual, o solitario, o estricto”. Os finais dos noventa inician unha etapa de intensa actividade expositiva, que se extende ata a actualidade, con presenza en importantes galerías e institucións. Ó mesmo tempo inicia a carreira internacional e a súa obra comenza a formar parte de destacadas coleccións públicas e privadas.
A mediados da primeira década deste novo século, o artista profundiza na exploración da relación da obra co espazo. Para elo utiliza os máis diversos recursos, desde cables que se fixan a paramentos ou ós teitos xerando tensións, a cerramentos ou soportes que actúan como verdadeiras intervencións no lugar que ocupan. Esta interrelación entre espazo-obra-espectador continúa sendo na actualidade un dos eixos do seu discurso artístico, un discurso maduro e depurado que evoluciona gardando fidelidade absoluta aos seus principios fundamentais. Nas propias palabras do artista:  “Antes que nada unha escultura é unha presenza que comunica cun valeiro e creo que por aí debe comezar o espectador”.

Exposicións individuais (2010…)
2017  “Desinencias”.  Moret Art Espacio. A Coruña.
2015
“Atalayas”. Galería Dua 2.  Vigo.
“Atalaias. Ou espazos lixeiros. Ou como mirar a quen mira”. Galería   Clérigos. Lugo     
2014
“Adverbios de modo”. Moret Art Espacio. 2012
“Emerxentes”. Citania. Santiago de Compostela.“Transversais”. Clérigos. Lugo.
Ilustración de “FOLLAS NOVAS”. Colección: ROSALÍA DE CASTRO. POESÍA  ILUSTRADA VOLUMEN III. Edt: El Patito Editorial.
2010
“Adverbios de lugar”. Moret Art Espacio. A Coruña.

Vítor Ribeiro

Nasceu no Porto em 1957. Formou-se em 1985 no AR.CO, em Lisboa. Desenvolve a sua actividade profissional desde essa data. Actualmente vive e trabalha em Mafra.

Exposições individuais (recentes)
2018: “Florestas Brancas” Galeria do Espirito Santo - Loulé
2017: Vítor Ribeiro e Alvaro de La Vega, Galeria Municipal de Barcelos
2016: “Lugar de Silencios” Mosteiro da Batalha, “Florestas Brancas” Galeria S. Mamede- Porto
2015: “A brincar com o Fogo” Galeria S Mamede Lisboa
2013: “Por dentro, Por fora” com Rui Matos na Galeria Municipal de Matosinhos.
2008: “Através do tempo, Casa da Cerca – Almada, “Das Margens” Galeria S. Mamede, Lisboa.
2003: “A minha casa é uma arvore” Gal. Vilar. Coop. Arvore, Porto

Participou em diversas exposições colectivas desde 1981,de que se detacam:1987 –Museu da Casa Brasileira – S. Paulo (a convite da Presidencia do Dr. Mário Soares). 2000 - Une perspective portugaise de l’art contemporaine, Maison de L’Unesco - Paris. 2009 – Puro Arte/Vigo 2112 - Museu Alberto Sampaio – Guimarães (inserido no Guimarães Capital da Cultura), feiras de arte Contemporânea- 1988- 1º Forum de Arte contemporânea(galeria111) Lisboa, FAC Lisboa 95, FAC  exponor/porto, Fac 2003 2004. 2006 .

Simpósios: Evora 81,como assistente do escultor Pierre Székely)  Simpósio Internacional de Escultura em Pedra-Porto 85,XXVIIISimpósio Internacional de Escultura em Pedra, Iwate, Japão 91,Pêro Pinheiro94, Aveiro 96, Alfandega da Fé 2002, Vila Pouca de Aguiar 2006, (soares da Costa) Porto 2007,Penafiel 2007, Gaia 2009, Porto, Jardim das Virtudes 2013. Matosinhos, 2015











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