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terça-feira, 17 de outubro de 2017

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Apresentação da Coleção de Livros - "Dos Átomos e das Moléculas"




Sobre GILBERT LEWIS


Durante cinco anos, começando na primavera de 1929, passei um ou dois meses por ano em Berkeley como professor visitante em física e em química. Nestas prolongadas visitas a Berkeley tive o prazer de conversar com Lewis durante muitas horas, no seu escritório, na sua casa e na sua casa de campo em Marin County. […]
Gilbert Newton Lewis mostrou ele próprio ser um dos maiores químicos do século XX através do seu trabalho em termodinâmica química e noutros domínios, assim como através da sua formulação do princípio básico da ligação química – a ideia de que a ligação química consiste num par de eletrões mantidos juntos por dois átomos.

Linus Pauling (1984) 


Eu fiquei imediatamente impressionado com a combinação de simplicidade e poder no estilo de pesquisa de Lewis e essa impressão cresceu durante todo o período de tempo em que trabalhei com ele. Ele desprezava aparelhos e medições complexos. Adorava experiências simples, mas altamente significativas. E tinha a capacidade de deduzir o máximo de informação, incluindo dados de equilíbrio e energia de ativação, a partir das nossas experiências elementares. Eu nunca deixei de me maravilhar com o seu poder de raciocínio e a capacidade de planeamento do próximo passo lógico para o nosso objetivo.

Glenn Seaborg (1984)

Sobre LINUS PAULING


Pode dizer-se que, de modo geral, a ideia de Pauling desempenhou um papel essencial no desvendar da estrutura das proteínas. Mas foi mais longe. Rompeu com a limitação imposta pelo cristalógrafos sobre a natureza integral das espiras de uma hélice. Isto levou a uma nova generalização da cristalografia que teria de ter imensas repercussões. Poder-se-á dizer, “Apenas um cristalógrafo poderia ter previsto este desenvolvimento, mas se eles fossem bons cristalógrafos, teriam sido obrigados a rejeitá-la.” Na verdade, a generalização de Pauling abriu caminho para um novo e muito mais vasto reconhecimento de estruturas semi-regulares que são semelhantes à helicoidal.

Desmond Bernal (1968)




A abordagem imaginativa de Pauling, a sua síntese de química estrutural, teórica e prática, a sua capacidade de elaborar uma ampla variedade de observações para comprovar as suas generalizações, e a sua escrita viva juntou os factos soltos da química num tecido intelectual coerente para mim e para milhares de outros alunos pela primeira vez.
Max Perutz (1994)

Sobre DESMOND BERNAL


John Desmond Bernal gostava de dizer que a sua biografia devia ser escrita em quatro cores, em páginas intercaladas, para mostrar as suas diferentes atividades, encaixadas. A tradição oral difere quanto à cor das páginas; preto e branco, certamente para a ciência, vermelho para a política, azul para as artes, roxo ou amarelo para a sua vida pessoal.
[…]
No seu trabalho científico foi um grande pioneiro, cujas ideias e experiências iniciais tornaram possível muitos dos maiores avanços do nosso tempo na compreensão da estrutura e função em física, química e biologia.

Dorothy Hodgkin (1980)



Neste laboratório sempre o vimos como o pai científico do nosso tema. Se não fosse a sua imaginação na forma de pensar sobre o que parecia ser problemas extremamente difíceis, e o encorajamento que deu a Max [Perutz] e Dorothy [Hodgkin] e a outros, pessoas como eu nunca teriam tido a oportunidade de trabalhar em biologia molecular, e teriam sido demasiado tímidos para enfrentarem as questões verdadeiramente interessantes.

Francis Crick (carta dirigida a Bernal; 1969)







I Encontro de Educação Especial





sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Exposição | New York: A monument to a city


New York: A monument to a city


Exposição de  Diana V. Almeida

Inauguração no dia 12 de Outubro de 2017, pelas 17h00
Sala Estúdio da Biblioteca da FCT/UNL, Campus da Caparica.

De 12 a Outubro a 09 de Novembro | 2ª a 6ª das 09h00 às 20h00.




New York: A Monument to a City. 30 fotografias

Diana V. Almeida
dianavalmeida.com

In the summer of 2009, the University of Lisbon Research Center (CEAUL-ULICES) gave me a scholarship for a trip to NYC, where I spent eleven days, mostly visiting as many museums as I could and roaming the streets. Though I had lived in Montgomery, A.L., for almost a year when I was 18 years old and had gone back to the US several times as a scholar, this was my first visit to NYC.
As a solo traveller, I had the opportunity to plunge into the rhythms of the city, trying to see it all (of course this turned out to be a delusional effort, though it kept me going!). I got the feeling that NYC is extra, extra, extra-large, and it offers itself to be caught over and over again by the loving eye. I had recently acquired my Leica camera and was ravished by it, which got me into the mood of a non-
stop photographing session.

This selection of 30 images illustrates my experience in the city. The concept of reflection and doubling pervades most of them, especially those that depict architectural features. I also show some street art, in contrast with the depicted museum, where I highlight the relationship between the visitors and the space.
Besides, I choose a few portraits and self-portraits to illustrate the amazing human diversity found on this urban cosmos.

Diana V. Almeida

MA and PhD in American Studies, post-doctoral project in Visual, Gender and Museum Studies, at the University of Lisboa, where I teach at the Faculty of Arts and Humanities (FLUL) and direct WILL Lab (Writing, Innovation, Language and Learning Laboratory).
Since 2014 I’ve been developing Writing the Heart, a creative writing and human-development project, crossing the arts and meditative practices. Tuning the Heart is my energetic healing proposal. I am also a translator and a practicing photographer.